O que entra no BPO financeiro da MBK
- Contas a pagar — recebimento, conferência e agendamento de boletos e tributos; nada vence sem você saber antes;
- Contas a receber — emissão de cobranças, baixa de recebimentos e acompanhamento de inadimplência;
- Emissão de notas fiscais — NFS-e e NF-e emitidas na rotina combinada, já integradas ao nosso sistema fiscal;
- Conciliação bancária — extrato batido com o financeiro, diferença investigada no mês, não no fechamento do ano;
- Fluxo de caixa e relatórios — visão de entradas, saídas e projeção, em linguagem de dono, não de contador.
Por que financeiro e contabilidade juntos
O modelo comum — um fornecedor para o financeiro, outro para a contabilidade — cria um cabo de guerra de versões: o extrato diz uma coisa, o balanço outra, e o dono no meio. Quando a MBK opera os dois lados:
- a contabilidade recebe os dados já conciliados, sem retrabalho nem "fechamento surpresa";
- as notas emitidas e recebidas entram automaticamente no nosso software fiscal, o mesmo que confere os impostos dos nossos clientes contra a Receita;
- os relatórios financeiros e o resultado contábil contam a mesma história — porque saem da mesma fonte.
Segurança em primeiro lugar: alçadas de aprovação definidas por você, movimentação sempre rastreável e os dados da sua empresa tratados sob a nossa política de backup e LGPD — a mesma infraestrutura descrita na seção de segurança do nosso site.
Para quem faz sentido
- O dono-faz-tudo — empresa que cresceu e o financeiro ainda é o sócio à noite, no caderno ou na planilha;
- Quem perdeu o financeiro interno — substituir a pessoa que saiu por uma operação que não tira férias;
- Quem não confia nos próprios números — caixa que nunca bate, inadimplência sem dono, decisão no feeling.
O BPO conversa direto com o nosso planejamento tributário: com o financeiro organizado, a simulação de regime usa números confiáveis — e a economia aparece dos dois lados.
